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Avisos

Data
Assunto
01/09/14
Comunicado Urgente: Candidatos que não merecem o voto do Tomahawk
25/08/14
Sandra Faraj visita Condomínio Tomahawk
31/07/14
Petição do Oficial-Interventor do CRI de Planaltina-GO ao Juiz Federal na 1ª Vara TRF1-DF
23/07/14

OFICIO AO IBRAM/DF SOBRE A SITUAÇÃO FUNDIÁRIA DO TAQUARI II e III

07/07/14
Determinado o bloqueio das Matriculas 125.887 - 125.888 e 125.889 oriundos da Transcrição 3431 do CRI-Planaltina-GO
01/07/14
DESPACHO DA CORREGEDORIA-GERAL DE JUSTIÇA DO TJGO
19/05/14
PRESIDENTE DA TERRACAP, NO DF, É RÉU EM AL SUSPEITO DE FRAUDE EM LICITAÇÃO
02/04/14
PLANTA DA CADEIA DOMINIAL DAS PROPRIEDADES DE JOAQUIM MARCELLINO DE SOUSA "FRAUDULENTA" ELABORADO PELA TERRACAP
02/04/14
FOTO DAS FOLHAS DA TRANSCRIÇÃO 3431 COM A FALSIFICAÇÃO FEITA NO CRI-PLANALTINA/GO, QUE A TERRACAP QUER SER FAVORECIDA
02/04/14
PROVA INQUESTIONÁVEL QUE O JUIZ CARLOS DIVINO DA VARA DE MEIO AMBIENTE DO TJDFT TRABALHA PARA A TERRACAP, ETC
14/04/14
DESPACHO NO PROCESSO DA 2ª INSTÂNCIA DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL TOMAHAWK
25/03/14
AUTO DA DILIGÊNCIA NA COMARCA DE PLANALTINA-GO
10/12/13
BOLETIM INFORMATIVO - Ano 12 - DEZEMBRO/2013 - nº 02
22/11/13
PETIÇÕES A CORREGEDORIA DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS
22/11/13
Petição no Processo Administrativo de Goiânia-GO em 21-11-2013
08/11/13
EXPLICAÇÃO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO 127-2012 PLANALTINA-GO
04/10/13
PROCESSO ADMINISTRATIVO nº 8 227-2013 Corregedoria de Justiça do TJDFT
12/09/13
Recurso no processo da dúvida registrária
06/09/13

Aqui com as duas "certidões" é possivel verificar a duplicidade das averbações: 4.101 - 4.107 - 4.108 e 4.109.

04/09/13
Certidões emitidas pelo CRI de Planaltina informando o saldo de 104,991 alqueires
04/09/13
Realidade Jurídica da Cadeia Dominial das Glebas de Joaquim Marcelino de Sousa na Fazenda Brejo ou Torto 
03/09/13
Esta é a empresa séria que o Juiz da Vara de Meio Ambiente está apoiando
29/08/13
Senado aprova punição mais dura para juízes e promotores
22/08/13
O novo presidente da Terracap já está sendo acusado de ser o caixa 2 do Agnelo.
07/08/13
Petição Inicial da TERRACAP no processo 993-94 Planaltina-GO
07/08/13
SENTENÇA DOS AUTOS 993-94 da Comarca de Planaltina-GO em 1996.
02/08/13
PF desvenda nova forma de fraude em pareceres da União
31/07/13
Petição da Associação ao Corregedor de Justiça do DF
18/07/13
Certidões de andamento
08/07/13
Terracap: Denuncias de sobra
08/07/13
Terracap: Nem os funcionários aguentam
08/07/13

Histórico da propriedade do Tomahawk que  é fiel ao registro imobiliário

05/07/13
Entrevista sobre decisão judicial a respeito da propriedade da área do Tomahawk
05/07/13
Parecer sobre sentença do processo de oposição
04/07/13
Blog sobre a Terracap e o Juiz da Vara de Meio Ambiente e Assuntos Fundiários do TJDFT.
04/07/13
A Terracap é o poço do monstro de mil cabeças e a máfia política do GDF está montada em cima, e nós somos a presa da vez.
04/07/13
Terracap: o suspeito balcão de negócios do Governo do Distrito Federal
04/07/13
A Terracap é um antro de negociatas e Agnelo nada faz.

 

 

 

 

COMUNICADO URGENTE

                     Senhores Condôminos/Associados tendo em vista os aumentos dos custos da Associação e do Condomínio para este ano de 2014, tais como: Aluguel, taxa de Condomínio, folha de pagamento das funcionárias, impostos trabalhistas, advogados, etc, teremos que fazer um pequeno reajuste das nossas taxas ordinárias já em Fevereiro de 2014.

               Valor da taxa após o vencimento: R$ 93,75.

                Com o desconto de pontualidade, ou seja, até o dia 10 de cada mês, terá um desconto de 20%, equivalente a R$ 75,00.


               Finalmente, conseguimos a interferência da Corregedoria de Justiça do Estado de Goiás para corrigir todas as falsificações existentes nas Transcrições: 3.431; 4.101; 4.107; 4.108; 4.109; 4.176 e 4.540, todas do cartório de Registro de Imóveis de Planaltina/GO.

                Lembramos que o Interventor do Cartório de Registro de Imóveis de Planaltina/GO, em oficio ao Juiz de Direito e Diretor do Fórum da Comarca de Planaltina/GO, confirmou a existência destas fraudes.


               Com a exclusão destas fraudes nas transcrições acima descritas, teremos finalmente a “justiça” de que nossa propriedade é 100% particular, com a área de exatamente 104,991 alqueires da fazenda Brejo ou Torto de propriedade do espólio de Joaquim Marcellino de Sousa, ou seja, confirmando o “Laudo” do Perito do MPDFT e do Perito dos nossos processos na Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Assuntos Fundiários do TJDFT.


               Convidamos todos para assistir a Diligência da Corregedoria de Justiça de Goiás as instalações do cartório de Registro de Imóveis de Planaltina/GO no dia 14/02/2014, às 13:00 horas.


               O Cartório de Registro de Imóveis da Comarca de Planaltina/GO deverá passar a emitir “Certidão de Ônus’ CONSTANDO QUE EXISTE A ÁREA REMANESCENTE DE 104,991 ALQUEIRES NA TRANSCRIÇÃO 3.431. Com esta “Certidão de Ônus” que vai espelhar a verdade sobre a cadeia dominial, será averbada no 2º Oficio do Registro de Imóveis do DF, ás margens da MATRICULA 125.887 e assim finalmente estará resolvido a situação fundiária da propriedade onde será implantado nosso Condomínio.


               Aproveitamos a oportunidade para informar que após a emissão da nova Certidão de Ônus correta, todos os condôminos/associados com débitos em aberto, deverão se dirigirexclusivamente à União Social para pagamentos e “acordo”.      

OBRIGADO

Equipe da Administração do CRT/ACRT

 

 

 

 

 

FRAUDES UTILIZADAS PELO JUIZ A FAVOR DA TERRACAP

 É CASO DE POLICIA

 

            O Juiz da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiários do DF se utilizou de “FRAUDES” existentes nos autos para favorecer a TERRACAP, senão vejamos o que segue:

  1. Que, O Juiz Dr. Carlos Divino Vieira Rodrigues, proferiu a Sentença simultânea nos autos: nº 2002.01.1.052508-8 (Interdito Proibitório) e nº 2004.01.1.054067-5 (Oposição) de forma totalmente parcial a favor da TERRACAP, sem levar em consideração a farta documentação nos autos que comprova que existe o remanescente de 104,991 alqueires em nome de Joaquim Marcellino de Sousa e que está registrado no 2º Ofício de Registro de Imóveis do DF sobre nºs: 125.887 e 125.888, oriundo da Transcrição 3.431 do 1º Serviço Notarial e Registral de Planaltina/GO, além dos seguintes documentos:
  • Laudo elaborado pelo Perito indicado pelo mesmo;
  • Laudo elaborado pelo Perito do MPDFT a pedido da 6ª PRODEP;
  • Certidões emitidas pelo 1º Serviço Notarial e Registral de Planaltina/GO da Transcrição 3.431 nos anos de 1986 e 1987onde corretamente descreve como foi feito a divisão no inventario bem como certifica que existe um saldo remanescente de 104,991 alqueires em nome de Joaquim Marcellino de Sousa;
  • Certidões emitidas pelo 1º Serviço Notarial e Registral de Planaltina/GO em data recente, onde consta que existe um saldo de apenas 4,991 alqueires da Transcrição 3431 em nome de Joaquim Marcellino de Sousa;
  • No laudo apresentado pelo Perito Judicial o mesmo descreve como foi que o 1º Serviço Notarial e Registral de Planaltina/GO, fez sumir 100 alqueires da Transcrição 3.431 em nome de Joaquim Marcellino de Sousa: “Quando esteve pessoalmente no 1º Serviço Notarial e Registral de Planaltina/GO, que teve acesso ao do Livro (Transcrição das Transcrições) 3-C, fls. 124-125, feita em 03.07.1937, onde consta a Transcrição 3.431 em nome de Joaquim Marcellino de Sousa, na época corretamente redigida com caneta “Pena”. Ficou impressionado com uma “FRAUDE” que consta no registro, assim descrito:

- Que, existe uma anotação de uma possível averbação de caneta “BIC” na cor preta com a inscrição 4.106, que foi anulada por se tratar de uma propriedade proveniente desta transcrição com área de 182,00 alqueires. 

- Que, em seguida foram feitas 4(quatro) anotações de averbações com caneta “BIC” na cor Azul com as inscrições das Transcrições : 4.101 – 4.107 – 4.108 – 4.109, sendo debitado aproximadamente 100 alqueires da Transcrição 3.431.

- Que, todas essas Transcrições se referem a “Doação” de Felippa Gomes Fagundes para seus herdeiros em vida, ou seja, devem constar apenas na Transcrição 3.801 de Felippa Gomes Fagundes.

- Que, o referido 1º Serviço Notarial e Registral de Planaltina/GO, estão, emitindo “Certidão de Ônus”, constando justamente estas averbações: 4.101-4.107.4.109 e 4.109 todas referentes à “Doação”de Felippa Gomes Fagundes.

Que, sendo excluída esta “FRAUDE” com certeza apresentará a “Certidão de Ônus” com a área remanescente de 104,991 alqueires em nome do espólio de Joaquim Marcellino de Sousa.

     - Que, mesmo com esta “FRAUDE” informada pelo Perito Judicial nos Autos o Dr. Juiz Carlos Divino Vieira Rodrigues não levou em consideração em sua “Sentença”.

  • A conta é muito simples: Joaquim Marcellino de Sousa era detentor de 680,991 alqueires, sendo 580,991 alqueires da Transcrição 3.431 e 100,000 alqueires da Transcrição 1950.

 

  • Que, O Juiz Carlos Divino Vieira Rodrigues ainda tenta se justificar de que existe uma “Sentença” nos Embargos de Terceiros processo nº993/94 da Comarca de Planaltina/GO e que já “transitou em julgado”. Pois bem nesta “Sentença” o Juiz que a proferiu na época deixou claro que a TERRACAP era detentora do domínio e da posse das glebas da Fazenda Brejo ou Torto 3431 e 1950, eidentificadas na petição inicial da embargante (TERRACAP).
  • Que, nos autos do processo nº 993/94 consta a “Petição” inicial da TERRACAP, onde a mesma cita apenas os 576 alqueires levados para o inventário de Joaquim Marcellino de Sousa, inclusive o Juiz em seu relatório na “Sentença” só se refere a uma gleba de terras com 576 alqueires.

Que na “Sentença” proferida nos autos 993/94 da Comarca de Planaltina/GO, transitada em julgado, o Juiz declarou que a Embargante (TERRACAP) passava a ser detentora de todo o domínio e posse das transcrições 3.431 e 1.950, e identificadas na petição inicial da embargante (TERRACAP). Se o Juiz Dr. Carlos Divino Vieira Rodrigues tivesse sido IMPARCIAL em sua “Sentença” teria lido o relatório da Sentença dos autos 993/94, lá o magistrado baseou-se na petição inicial da TERRACAP onde os mesmos teriam sido contemplados com apenas 576 alqueires, sendo 476 alqueires da transcrição 3.431 e 100 alqueires da transcrição 1.950 da Fazenda Brejo ou Torto dos quinhões de Joaquim Marcellino de Sousa.

Que, na “PETIÇÃO INICIAL” a TERRACAP descreveu corretamente a parte que foi levada a inventario de Joaquim Marcellino de Sousa e que foram partilhados entre os herdeiros, ou seja, 476 alqueires da transcrição 3.431 e 100 alqueires da Transcrição 1.950.

  • Mesmo tendo sido informado pelo Sr. Perito Judicial Dr. Carlos Augusto, que o referido Processo nº 993/94 tinha origem numa “FRAUDE” o mesmo não levou em consideração na hora de prolatar sua “SENTENÇA”.

Que, o Perito Judicial juntou nos Autos a cópia da inicial do processo sob nº 834/94 de Sobrepartilha dos bens deixados por Joaquim Marcellino de Souza, requerida por OTOGAMIS ANTONIO AVELAR, processo esse que deu origem aos “Embargos de Terceiros” propostos pela TERRACAP sob nº 993/94. Na abertura o Sr. Ortogamis Antonio Avelar que se diz detentor dos direitos adquiridos do saldo remanescente de 100 alqueires da Transcrição 1.950, apresentou uma “Escritura Pública” de Compra e Venda de Direitos Hereditários que teria sido lavrada no livro nº 1584,fls. 037 em 23.11.1993 no Cartório Mauricio de Lemos 1º Oficio de Notas de Brasília.

 Que, conforme “DECLARAÇÃO” emitida pelo 1º Ofício de Notas de Brasília neste Livro 1584 consta que a folha 037 está em “BRANCO”.

J-       Que, é nessa outra “FRAUDE” que o juiz Dr. Carlos Divino Vieira Rodrigues da           Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento e Fundiário do Distrito Federal está apoiando sua “SENTENÇA”;

K-     Que, existe a “ERRO INADMISSÍVEL” do 2º Oficio do Registro de Imóveis do DF, onde o juiz Dr. Carlos Divino Vieira Rodrigues da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal usou como base em sua “SENTENÇA”:

  1. Que, o 2º Ofício do Registro de Imóveis do DF, faz a transferência da Transcrição 3431 para Brasília, e abriu a Matricula 125.887. Até ai tudo bem se não fosse procedido o debito oriundos do inventário de Joaquim Marcellino de Sousa, ou seja, 476 alqueires da Transcrição 3431 e 100 alqueires da transcrição 1.950.
  2.   Que, mesmo o 2º Ofício do Registro de Imóveis do DF, informa e cria as Matricula referentes ao inventário, que colocou da seguinte forma:

R.2/125.887 - De acordo com a Transcrição nº 3.801, feita em 03/10/1940, às fls. 038, do Livro 3-D, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, FELIPPA GOMES FAGUNDES, proprietária, residente no Município de Santa Luzia, GO, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua meação, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do desta Matricula e de outra, num total de 151 alqueires, sendo 142 em campos e 9 ditos em matos de segunda, no valor de 5:160$000. OBS: , sendo o presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO,e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel------

R.4/125887 - De acordo com a Transcrição nº 4.104, feita em 18/02/1944, às fls. 010, do Livro 3-E, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, MODESTO G0NÇALVES GUIMARÃES, fazendeiro, domiciliado naquele município, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua herança, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula e de outra, num total de 61 alqueires, sendo 57 em campos e 4 em matos de segunda, no valor de Cr$ 2.110,00.OBS: presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

R.5/125887 - De acordo com a Transcrição nº 4.106, feita em 03/10/1940, às fls. 038, do Livro 3-D, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, ANÍSIO G0NÇALVES GUIMARÃES, fazendeiro, domiciliado naquele município, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de herança, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula e de outra e de outra, num total de 177 alqueires em campos e 5 alqueires em matos de segunda, no valor de Cr$ 5.810,00. OBS: presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO,e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

R.11/125887 - De acordo com a Transcrição nº 4.539, feita em 03/10/1947, às fls. 026, do Livro 3-F, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, SEBASTIÃO MARCELLINO DE SOUSA, fazendeiro, domiciliado naquele município, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua herança , no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula e de outra, num total de 177 alqueires em campos e 5 alqueires em matos de segunda, no valor de Cr$ 5.810,00. OBS: presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO,e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

L- Que, o juiz Carlos Divino Vieira Rodrigues da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento e Fundiário do Distrito Federal vendo o “erro” do 2º Ofício do Registro de Imóveis do DF, aproveitou para abater os 576 alqueiresoriundos do inventário e partilha dos bens deixados por Joaquim Marcellino de Sousa (Lembrando que foram inventariados 476 alqueires de uma área maior de 580,991 alqueires da Transcrição 3.431 e 100 alqueires da Transcrição 1.950), da Matricula 125.887, assim o fazendo sobrou apenas o saldo de4,991 alqueires. Que logo em seguida criou um artifício para sumir até estes 4,991 alqueires. 

M- Que, vale lembrar que o Sr. Joaquim Marcellino de Sousa era detentor de (2) duas glebas distintas e contiguas, sendo 580,991 alqueires da Transcrição 3.431 e 100 alqueires da Transcrição 1.950.

N- Que, após o inventario de seus bens na fazenda “Brejo” ou “Torto” foi dividida em 2 (duas) glebas:

  1. Saldo remanescente da Transcrição 3.431 com área de 104,991 alqueires;
  2. A gleba em comum oriundos da transcrição 3.431 com 476 alqueires e 100 alqueires oriundos da Transcrição 1950 no total de 576 alqueires. Que após o registro do “Formal de partilha” dos bens deixados por Joaquim Marcellino de Sousa, ficaram em comum:

Transcrição 3.801 – Felippa Gomes Fagundes                               151,000 alqueires

Transcrição: 4.104 – Modesto Gonçalves Guimarães                       61,000 alqueires

Transcrição: 4.106 –  Anísio Gonçalves Guimarães                        182,000 alqueires

Transcrição: 4.549 –  Sebastião Marcellino de Sousa                     182,000 alqueires

                                                                                                                                             ____________________                     

TOTAL:                                                                           576,000 alqueires

 

M - Que o Cartório do 2º Ofício do Registro de Imóveis do DF, deve proceder a transferência em comum das Transcrições 1.950 e 3.431, da seguinte maneira ficaria “CERTA” a Cadeia Dominial, a descrição:

                  

               Tendo em vista que foi levado ao inventário de Joaquim Marcellino de Sousa duas (2) glebas distintas e contiguas, não existe formula mágica, para identificar quanto cada herdeiro levou de cada gleba, deixando claro que a Transcrição: 3431 possui 2812 hectares ou 580,991 alqueires e a Transcrição 1.950 484,00 hectares ou 100 alqueires.

Sendo que no inventário foi dividido e partilhado da seguinte forma:

- 476 alqueires de uma área maior de 580,991 alqueires oriundo da Transcrição 3431 do CRI Planaltina/GO

- 100 alqueires oriundos da Transcrição 1950 do CRI de Planaltina/GO.

Total da área levada ao inventario e partilhada : 576,000 alqueires e logo existe o remanescente de 104,991 alqueires exclusivamente oriundo da Transcrição 3431.

Solução: Na Matricula 125.887 deve constar ambas as glebas: 1950 e 3431 com o total de 680,991 alqueires.

R.1/125.887 - De acordo com a Transcrição nº 3.431, feita em 03/07/1937, às fls. 125, do Livro nº 3-C, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, JOAQUIM MARCELLINO DE SOUSA, fazendeiro, residente naquele Município,adquiriu como pagamento de seu quinhão, o este imóvel desta Matricula, no valor de 2:812$000, conforme sentença de 24/12/1921, do Dr. A. Povoa, MM. Juiz de Direito, proferida nos autos de divisão da Fazenda "BREJO" ou "TORTO" com área de 2.812 hectares ou 580,991 alqueires e o outro imóvel na mesma Fazenda "Brejo" ou "Torto" contigua, de acordo com a Transcrição 1.950, feita em 20/05/1935, às fls. 130, do Livro 3-B, do mesmo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO adquiriu por permuta com Francisco Joaquim Magalhães este outro imóvel desta Matricula, no valor de 1:500$000,  com área de 100 alqueires ou 484 hectares.

TOTAL da área desta Matricula 680,991 alqueires ou 3.295,996 hectares da fazenda Brejo ou Torto.

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R.2/125.887 - De acordo com a Transcrição nº 3.801, feita em 03/10/1940, às fls. 038, do Livro 3-D, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, FELIPPA GOMES FAGUNDES, proprietária, residente no Município de Santa Luzia, GO, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua meação, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula, num total de 151 alqueires, sendo 142 em campos e 9 ditos em matos de segunda, no valor de 5:160$000. OBS: , sendo o presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO,e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel------------------------------------------------

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R.3/125887 - De acordo com a Transcrição nº 4.104, feita em 18/02/1944, às fls. 010, do Livro 3-E, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, MODESTO G0NÇALVES GUIMARÃES, fazendeiro, domiciliado naquele município, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua herança, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula, num total de 61 alqueires, sendo 57 em campos e 4 em matos de segunda, no valor de Cr$ 2.110,00. OBS:presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

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R.4/125887 - De acordo com a Transcrição nº 4.106, feita em 03/10/1940, às fls. 038, do Livro 3-D, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, ANÍSIO G0NÇALVES GUIMARÃES, fazendeiro, domiciliado naquele município, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua herança, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula, num total de 177 alqueires em campos e 5 alqueires em matos de segunda, no valor de Cr$ 5.810,00. OBS:presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO,e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

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R.5/125887 - De acordo com a Transcrição nº 4.539, feita em 03/10/1947, às fls. 026, do Livro 3-F, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, SEBASTIÃO MARCELLINO DE SOUSA,fazendeiro, domiciliado naquele município, adquiriu através da Escritura lavrada em 16/03/1940 pelo Tabelião Francisco Muniz Pgnata, como pagamento de sua herança, no inventário e partilha dos bens que ficaram por falecimento de Joaquim Marcellino de Sousa, uma parte de terras do imóvel desta matrícula, num total de 177 alqueires em campos e 5 alqueires em matos de segunda, no valor de Cr$ 5.810,00. OBS:presente registro é feito com base na Certidão expedida em 23/05/2011, pelo 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

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R.6/125887 – O saldo remanescente desta Matricula é de 104,991 alqueires em nome do espólio de Joaquim Marcellino de Sousa, oriundos da Transcrição 3.431 feita em 03/07/1937, às fls. 125, do Livro nº 3-C, do 1º Serviço Notarial e Registral da Comarca de Planaltina, GO, e com a finalidade de demonstrar a Cadeia Dominial do imóvel-------- 

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A partir daqui faria a cadeia dominial de cada quinhão recebido em pagamento no inventário de Joaquim Marcellino de Sousa até chegar aos atuais detentores desta área de 576 alqueires, oriundas em comum das transcrições 3.431 e 1.950:

José Mariano da Rocha Filho                                                              14,175 alqueires  

Delson de Sousa e Silva                                                                       14,175 alqueires

Guilherme Bracony Rodrigues                                                            14,175 alqueires                                

NOVACAP/TERRACAP                                                                       533,475 alqueires

 

TOTAL:                                                                                                 576,000 alqueires

 

               Portanto, é muito claro e transparente que a área remanescente de 104,991 alqueires exclusivamente da Transcrição 3.431 continua na propriedade do Joaquim Marcellino de Sousa e não foi incluída na “Sentença” dos autos 993/94 de Planaltina/GO.

 

 

 

 

 

 

COMUNICADO

 

                A ASSOCIAÇÃO COMUNICA que já estamos tomando as medidas cabíveis para anular a "SENTENÇA" proferida nos autos:  2002.01.1.052508-8 e 2004.01.1.054067-5.

               TENDO em vista que o Magistrado de forma arbitraria e parcial favorecendo a TERRACAP.

               Desprezando dentre outros itens importantes os seguintes:

1- A Pericia elaborada pelo perito oficial nomeado por ele;

 2- A pericia realizada pelo perito do MPDFT;

3- O processo de "Retificação de registro de imóvel" em curso na Vara de Registros Públicos do DF sob nº  2012.01.1.119963-0;

4- O processo de "Duvida" (sobre o registro solicitado pela TERRACAP para constar que toda a propriedade do Espolio de Joaquim Marcellino de Sousa ( matricula 125.887 e 125.888) era dela e foi negado pelo 2º Oficio CRI- Brasília) em curso na Vara de Registros Públicos do DF sob nº  2012.01.1.029503-6.

               A Vara especifica para tratar de "REGISTRO" e "Domínio" é a Vara de Registros Públicos do DF.

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CADASTRO DE TELEFONE CELULAR e E-MAIL

A administração do Condomínio Residencial Tomahawk, solicita aos “condôminos/associados o envio do telefone celular(para envio de sms) atualizado e do e-mail para: sanae797@terra.com.br

No momento é necessário este meio de comunicação rápida para convocar os condôminos/associados para informar de alguma fato novo em caráter de urgência.

Saudações,

Administração do Condomínio Residencial Tomahawk

Fone: 3345.5940 ou 3245.1952

 

 

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